Prof. Dr. Evanivaldo C. Silva Júnior
Coordenador da coluna FATECNOLOGIA
evanivaldo.jr@fatec.sp.gov.br

 

Profª. Me. Selma Marques da Silva Fávaro
Revisora
selma.favaro@fatec.sp.gov.br

 

Hoje em dia percebemos que a tecnologia tem sido uma importante aliada para a área da saúde, contribuindo para o bem-estar das pessoas por suas facilidades e rapidez. Com isso podemos ampliar nossos horizontes com órgãos artificiais, cirurgias mais precisas, informações, comparações de dados etc.

Com o aparecimento de novas doenças, mutações genéticas e crescimento populacional, surgiu a Bioinformática com o objetivo de acelerar o processamento de massas de dados genéticos a partir do DNA, em busca de tratamentos mais precisos e eficazes. Essas informações são armazenadas em grandes “Big Datas”, podendo ser usadas mundialmente. Um caso que se tornou conhecido foi o “Rastreamento BRCA”, que constatou o alto risco de formação de células cancerígenas na atriz Angelina Jolie.

Filas extensas aguardando transplantes de órgãos, e um futuro em que uma impressora 3D será capaz de suprir essa demanda está mais próximo. Experimentos usando esse tipo de impressora já conseguiram produzir tecidos vivos, cartilaginosos, ósseos e musculares que, depois de implantados em animais, amadureceram até se transformarem em tecido funcional.

Para a realização de exames com um custo elevado, estudantes conseguiram programar em arduíno. Como exemplo, podemos citar o Eletrocardiógrafo, que custa em média R$ 4.000, mas que, usando o arduíno em conjunto com o Osciloscópio, teria um custo de apenas R$1.400. Claro que é apenas um protótipo, porém existe uma possibilidade.

Portanto, concluímos que a informática e a medicina caminham juntas buscando ampliar a expectativa de vida das pessoas, e o melhor de tudo é que essa tecnologia só tende a aumentar e evoluir.

 

Matheus Góes
Aluno do 1º semestre do Curso de Tecnologia em Sistemas para Internet
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